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Etanol de Milho: Vai Mesmo Ficar de Fora Desta Tendência?

A produção de etanol de milho no Brasil está em uma trajetória de crescimento exponencial, com previsões de que, até 2025, a produção alcance até 7,8 bilhões de litros.  O país já conta com 29 usinas operacionais, concentradas principalmente nos estados de Mato Grosso, Goiás, Paraná e São Paulo. E o cenário é ainda mais promissor, com 9 usinas em construção, sendo 6 delas em Mato Grosso. Além disso, a União Nacional do Etanol de Milho (UNEM) projeta que o Brasil terá 20 novas biorrefinarias de etanol de milho nos próximos anos. Tendências para o Setor de Etanol de Milho O crescimento do etanol de milho no Brasil é sustentado por diversos fatores, como a ampliação da capacidade produtiva, a demanda crescente por biocombustíveis e os benefícios ambientais que essa fonte de energia oferece. Entre as principais tendências que moldam esse mercado, destacam-se: 1) Expansão das Usinas A instalação de novas plantas industriais e a ampliação das capacidades produtivas existentes têm sido uma prioridade estratégica para o Brasil. O Mato Grosso, principal estado produtor, continua a liderar a expansão da produção, mas novos projetos estão sendo planejados em outras regiões do país.  Isso não apenas aumentará a produção nacional, mas também diversificará a geografia da produção, trazendo novos desafios e oportunidades para a cadeia produtiva e para fornecedores de tecnologias inovadoras, como a Fertron. 2) Aumento da Demanda por Biocombustíveis A crescente preocupação com a sustentabilidade e a necessidade de reduzir as emissões de carbono são fatores que têm impulsionado a demanda por biocombustíveis, como o etanol de milho. Esse movimento vai ao encontro das políticas ambientais globais, que buscam uma matriz energética mais limpa e renovável.  O Brasil, com sua expertise na produção de etanol, tem se destacado como um exportador chave nesse mercado, com as exportações de etanol aumentando em resposta ao crescente interesse mundial por combustíveis mais ecológicos. 3) Tecnologias Inovadoras O setor de etanol de milho está cada vez mais se beneficiando de inovações tecnológicas, que estão transformando a produção e tornando o etanol de milho mais competitivo. A integração entre a produção de cana-de-açúcar e milho nas usinas tem mostrado ser uma solução eficiente, reduzindo custos e aumentando a produtividade.  Esse avanço tecnológico não só torna o etanol mais acessível no mercado nacional, mas também cria novas necessidades de automação e controle de processos, áreas nas quais a Fertron, com sua vasta experiência em soluções eletrônicas e de automação, tem se destacado. 4) Diversificação de Produtos Além do etanol, a indústria de milho também está diversificando seus produtos, com destaque para os subprodutos como o DDG (Dried Distillers Grains) e o WDG (Wet Distillers Grains), usados como ração animal. A produção de DDG, por exemplo, está projetada para crescer 28% em 2024, o que impulsionará tanto o mercado interno quanto as exportações.  Além disso, a produção de óleos e o SAF (Combustível Sustentável de Aviação) têm ganhado força, consolidando ainda mais o etanol de milho como uma fonte valiosa e sustentável para diversas indústrias. Isso abre portas para novos investimentos e inovação tecnológica, especialmente no que diz respeito à automação, controle de processos e otimização de operações. Quer saber mais sobre por que investir nesse segmento é uma excelente oportunidade? Disponibilizamos um e-book gratuito que destaca os principais motivos para apostar no etanol de milho, as vantagens competitivas desse mercado e os benefícios de investir em uma das indústrias que mais cresce no Brasil. Clique aqui para baixar agora e fique à frente das tendências! Oportunidades de Investimento e Crescimento O setor de etanol de milho está se consolidando como uma das indústrias que mais cresce no Brasil, e as empresas que atuam nesse segmento têm a oportunidade de se beneficiar das tendências descritas. No entanto, para aproveitar ao máximo essas oportunidades, é fundamental que as empresas de automação e elétrica, como a Fertron, se posicionem como parceiras estratégicas no desenvolvimento e implementação das tecnologias que suportam essa transformação. Com a expansão da produção, o aumento da demanda por biocombustíveis e as inovações tecnológicas em andamento, a necessidade por soluções avançadas em automação, controle de processos e otimização será cada vez maior. A Fertron, com mais de quatro décadas de experiência no mercado nacional e internacional, se consolidou como a maior integradora brasileira em automação e elétrica, sempre investindo no desenvolvimento de novos produtos e soluções para atender às demandas dos setores industrial e energético. Com parcerias estratégicas e um portfólio de soluções inovadoras, a Fertron continua a expandir suas operações, oferecendo tecnologia de ponta e consultoria especializada para seus clientes.  Se você quer se manter à frente das tendências e aproveitar as oportunidades do mercado de etanol de milho, a Fertron é a parceira ideal para levar seu negócio a um novo nível de eficiência e inovação! Fale com nossos especialistas.

LANÇAMENTO: Controladores de Temperatura Inteligentes CTX48 e CTX96

A Fertron apresenta os novos Controladores de Temperatura CTX48 e CTX96, dispositivos digitais microprocessados que representam um avanço significativo na automação e eficiência de sistemas de controle de temperatura. Projetados para substituir os controladores analógicos tradicionais, esses modelos oferecem alta precisão, funcionalidades avançadas e uma interface intuitiva, atendendo às demandas de processos industriais e comerciais modernos. Principais Funcionalidades: CTX48 1 Entrada: Termoresistências PT100, Cu50 e Termopares K,E, J, L, T, R, S1 Saída analógica 4-20mA2 Saídas digitais à relé para alarmes 220VAC / 30VDC, 3AComunicação serial RS-4852 Displays de LED com 4 dígitos cadaPIDPrecisão 0.5% FEAlimentação 100 ~ 240 VAC 50/60 HZConsumo <5VATemperatura ambiente: 0 ~ 50ºCUmidade relativa: 35% ~ 85% sem condensaçãoGrau de proteção: Frontal IP65, Caixa IP30Dimensões (mm): 48 x 48 x 65 (L x A x P) CTX96 1 Entrada: Termoresistências PT100, Cu50 e Termopares K,E, J, L, T, R, S1 Saída analógica 4-20mA2 Saídas digitais à relé para alarmes 220VAC / 30VDC, 3AComunicação serial RS-4852 Displays de LED com 4 dígitos cadaPIDPrecisão 0.5% FEAlimentação 100 ~ 240 VAC 50/60 HZConsumo <5VATemperatura ambiente: 0 ~ 50ºCUmidade relativa: 35% ~ 85% sem condensaçãoGrau de proteção: Frontal IP65, Caixa IP30Dimensões (mm): 96 x 96 x 65 (L x A x P) Garanta já seus Controladores de Temperatura Inteligentes!

Case de Sucesso: Eletrocenter em Container

Mais um projeto Fertron sendo exportado para o Paraguai, reafirmando nosso compromisso em oferecer soluções completas e eficientes para o setor de automação e elétrica. Neste caso, o maior desafio enfrentado foi o prazo de entrega extremamente reduzido. Com uma meta de 60 dias, a Fertron conseguiu, com precisão e eficiência, concluir a montagem e realizar os testes dos painéis de baixa tensão e automação em um container de 40 pés. Esse processo incluiu não apenas a integração dos sistemas elétricos e de automação, mas também toda a montagem estrutural, adaptações necessárias e a pintura do container, seguindo rigorosos padrões de qualidade e segurança. A complexidade do projeto exigiu a mobilização de uma equipe multifuncional, que englobou os departamentos de engenharia, elétrica, automação e mecânica. Cada etapa foi cuidadosamente planejada e executada, assegurando que todos os componentes funcionassem de forma integrada e sem interrupções.Esse trabalho colaborativo entre as áreas permitiu que o projeto fosse concluído dentro do prazo estipulado, sem comprometer a qualidade final da entrega. A opção por realizar a montagem em container foi uma decisão estratégica do cliente, que buscava uma solução economicamente mais viável do que a construção de um eletrocentro. O uso de containers em projetos de automação e elétrica traz vantagens significativas, como a redução de custos e a agilidade na implantação, tornando-se uma escolha ideal para projetos que exigem implementação rápida em locais com restrições de acesso. Ao considerar soluções em container ou em eletrocentro, é essencial fazer uma análise detalhada das necessidades e condições específicas do cliente, bem como dos planos de expansão futura. Soluções em container são particularmente eficazes para projetos que requerem flexibilidade e rapidez, além de serem altamente adaptáveis a diferentes contextos operacionais. Para saber mais sobre como a Fertron pode oferecer soluções personalizadas e adaptadas às suas demandas, entre em contato conosco.

LANÇAMENTO: Transmissores de Pressão Monométrica

Transmissores de Pressão Monométrica Exclusivos Fertron

Confira já o lançamento de três novos transmissores de pressão monométrica de baixo custo: o 11101-SP1 e os 11101-SP2 Compactos. Desenvolvidos para atender uma ampla gama de necessidades industriais, esses dispositivos são projetados para oferecer alta eficiência e precisão, com a vantagem de uma instalação simples e um excelente custo-benefício. 11101-SP1 O transmissor de pressão 11101-SP1 é uma solução robusta e confiável, alimentada por loop de 4-20mA e equipada com um display LCD que permite a indicação local da pressão. Sua carcaça em alumínio confere durabilidade, tornando-o ideal para uma variedade de condições de operação.  Ele é capaz de medir a pressão manométrica em aplicações industriais que envolvem líquidos, gases e vapores, com faixas de medição de até 700bar.Sua instalação simplificada e seu design flexível permitem montá-lo em qualquer orientação, adaptando-se a diferentes tipos de conexões de processo.  11101-SP2 Compacto (sem display) O 11101-SP2 Compacto oferece os mesmos benefícios de medição de pressão manométrica, mas com um design mais compacto, ideal para aplicações onde o espaço é um fator crítico. Também alimentado por loop de 4-20mA, o SP2 possui um corpo em aço inoxidável, garantindo resistência e longa vida útil em ambientes desafiadores. Seu formato tipo “caneta” facilita ainda mais a instalação e a integração em processos industriais diversos, como líquidos, gases e vapores.Assim como o 11101-SP1, o SP2 também oferece uma faixa de medição de até 700bar, sendo uma escolha econômica e eficiente para a maioria das necessidades de medição de pressão. 11101-SP2 Compacto (com display) O 11101-SP2 traz as mesmas vantagens de durabilidade e design compacto do SP2 Compacto, mas com um diferencial importante: um display LED de 4 dígitos que facilita a leitura local da pressão. Alimentado por loop de 4-20mA e com corpo em aço inoxidável, o SP2 LED é ideal para aplicações que exigem monitoramento visual rápido e preciso.  Com uma faixa de medição de até 700bar, é amplamente utilizado em setores como petróleo, química, têxtil, alimentos e energia, garantindo uma solução eficaz para controle de processos. Eles são soluções ideais para medição de pressão em líquidos, gases e vapores, com aplicação em diversos setores, como petróleo, química, energia, alimentos, entre outros. Clique aqui e garanta já seus Transmissores de Pressão a baixo custo Exclusivos Fertron!

O que você precisa saber sobre a Rede Profinet?

FUNDAMENTOS & APLICAÇÕES O PROFINET é um protocolo baseado em Ethernet para conectar dispositivos de processo – sensores, atuadores e similares – aos sistemas de controle. A associação PROFIBUS e PROFINET International (PI) criaram este protocolo com ajuda de alguns fornecedores; O protocolo está em conformidade com o padrão Ethernet IEEE 802 na IEC 61158 e IEC 61784. Isso significa que você pode ter uma impressora e um medidor de vazão na mesma rede. Lembrando que o PROFINET pode trabalhar com taxas de ciclo em sub-milissegundos; TOPOLOGIA DE AUTOMAÇÃO COM PROFINET Desenvolvida com foco em comunicação industrial, adota o padrão Ethernet, aumentando o escopo dos modelos de comunicação; Disponibiliza comunicação em tempo real, determinismo, gerenciamento, integração com a web, segurança integrada e padrões wireless IEEE 802.11, suportando também demais tecnologias de TI. PROXIS são conversores de protocolos, por exemplo, PROFINET para PROFIBUS DP, ou para HART, FF, etc. FUNDAMENTOS & APLICAÇÕES Basicamente, há dois tipos de redes PROFINET: PROFINET IO e PROFINET CBA; O PROFINET IO é utilizado em aplicações em Tempo Real (RT); O PROFINET CBA é utilizado em aplicações onde o tempo não é crítico, por exemplo, na conversão para rede PROFIBUS-DP. MEIOS DE COMUNICAÇÃO O PROFINET parte do modelo Open Systems Interconnection (OSI) de sete (7) camadas, simplificado para quatro layers: Ethernet = Camadas físicas e de enlace de dados; IP = Camada de rede; TCP ou User Datagram Protocol (UDP) = Camada de transporte; Outros protocolos = Camada de aplicação. O PROFINET usa essas quatro camadas, mas nem sempre isso acontece. Um exemplo é o Real Time PROFINET, que ignora as camadas de rede e transporte. Isto torna a resposta muito mais rápida do que o modelo TCP/IP padrão.   O primeiro modelo é baseado na arquitetura TCP/IP pura, utilizando Ethernet nas camadas 1 e 2, o IP na camada 3 e o TCP ou UDP na camada 4.  Essa arquitetura é chamada de Non-Real-Time, pois seu tempo de processamento se aproxima dos 100ms. A grande aplicação desse tipo de comunicação é a de configuração da rede ou na comunicação com PROXIS, utilizando o PROFINET CBA. O segundo modelo baseia-se no chamado Soft-Real-Time (SRT) e caracteriza-se por um canal direto entre a camada de Ethernet e aplicação; Com a eliminação de vários níveis de protocolo, há a redução do comprimento dos telegramas transmitidos, requerendo menos tempo de transmissão de dados na rede. Neste caso, pode-se utilizar os dois tipos de PROFINET IO e CBA. O terceiro modelo baseia-se no conceito de Isochronous Real Time (IRT), para aplicações em que o tempo de resposta é crítico e deve ser menor que 1ms; Um exemplo típico de aplicação, neste caso, é o controle de movimento de robôs, onde o tempo de atualização de dados deve ser curto. Utiliza-se apenas o PROFINET IO para este caso. Os MEIOS DE COMUNICAÇÃO possibilitam: Acesso a dispositivos de campo online e de forma direta; Manutenção e assistência técnica em qualquer lugar do mundo; Baixo custo para monitoração de dados de qualidade e produção.  PROFINET – COMPONENTES DE REDE Um sistema PROFINET também possui componentes de rede, como switches e pontos de acesso wireless. Alguns componentes podem funcionar como dispositivos IO para diagnósticos aprimorados. Para configurar dispositivos PROFINET também é preciso um arquivo General Station Description (GSD). Este arquivo GSD é fornecido pelos fabricantes e se assemelha aos arquivos usados ​​no PROFIBUS. No entanto, é baseado em XML, chamado GSDML. Após a configuração, o arquivo GSDML faz o download para o controlador, conectando-o aos dispositivos. Entradas e saídas fluem entre os dispositivos e o controlador como dados cíclicos. Outras informações, como dados de diagnóstico, são movidas como dados acíclicos. O PROFINET combina as vantagens do padrão PROFIBUS, tais como a abertura e as opções flexíveis das redes Ethernet, topologias flexíveis, um cabo para todas as aplicações, acesso a redes sem fio e desempenho significativamente maior do sistema graças a mecanismos escaláveis. PERFIS PROFINET Os perfis PROFINET regulam o comportamento de equipamentos e sistemas de automação em relação a características como segurança funcional, tecnologia de acionamento e gerenciamento de energia; Os perfis são desenvolvidos em grupos de trabalho de PROFIBUS e PROFINET International (PI), de modo a garantir a abertura, interoperabilidade e permutabilidade dos equipamentos. PROFsafe DescriçãoPROFIsafe é um perfil de comunicação seguro e certificado para aplicações de segurança funcional com base em PROFIBUS e PROFINET. PROFIsafe descreve uma comunicação de dados segura com o objetivo de uma maior funcionalidade em aplicações de segurança funcional. Simultaneamente, é reduzido o trabalho na instalação e alcançada a máxima interoperabilidade e permutabilidade de equipamentos com funções de segurança. AplicaçãoPROFIsafe está concebido de forma a permitir utilizar a infraestrutura de rede padrão de PROFINET para uma transmissão de dados segura. Desse modo, é possível a coexistência de tráfego de dados seguro e não seguro. Isto simplifica a estrutura de instalações e reduz os custos. Também é possível a transmissão de dados via WLAN. O protocolo PROFIsafe pode ser utilizado em aplicações direcionadas para a segurança até SIL3 conforme IEC 61508 ou IEC 62061, categoria de segurança 4 conforme EN 954-1 ou PL e conforme ISO 13849-1. PROFdrive Descrição PROFIdrive é o perfil padrão com estrutura modular para a tecnologia de acionamento com base em PROFIBUS e PROFINET. Ele descreve as características obrigatórias para acionamentos e encoders com o objetivo de interoperabilidade e permutabilidade de equipamentos em aplicações PROFIBUS e PROFINET; Classes de Aplicação PROFIdrive Devido às abrangentes opções de aplicação estão definidas seis classes de aplicação PROFIdrive, escalonadas conforme os conteúdos de função. Assim, um equipamento de acionamento pode suportar uma ou várias classes. Classe de aplicação 1 Acionamento padrão com regulagem da rotação, p. ex., conversor de frequência Classe de aplicação 2 Como classe de aplicação 1, mas com funcionalidades expandidas (funções tecnológicas) Classe de aplicação 3 Servo acionamento com rotação, regulagem da posição e gerador de perfis, p. ex., acionamento de posicionamento de um eixo Classe de aplicação 4/5 Servo acionamentos para controlo de movimento central com outros eixos  (Motion Control, Computer Numeric Control – CNC, Robótica) Classe de aplicação 6 Servo acionamentos para automação descentralizada (câmbio

Como configurar o Citrino Tools FX Fertron na configuração PROFINET?

MFI-PNC – MODULE FIELDBUS INTERFACE PROFINET CONTROLLER Segmento 1  MPS-1  MCPU-1  MFI-PNC  M16AI-IV  M16AO-IV  M32DI-24V  M32DO-TR Segmento 2  MPS-1  MFI-PND  M16AI-IV  M16AO-IV  M32DI-24V  M32DO-TR O módulo Controlador MFI-PNC (Module Fieldbus Interface – PROFINET Controller) da  FERTRON, dá suporte para que o CLP CITRINO possa se comunicar via PROFINET IO com outros equipamentos Classe 1 ou 2, porém não suporta Classe 3, não permitindo, portanto aplicações baseada em IRT (Isochronous Real Time); Qualquer equipamento em conformidade com o PROFINET RT classes 1 ou 2 de qualquer fabricante pode se comunicar com o módulo MFI-PNC, permitindo a troca de dados entre estes e o módulo MCPU-1 para o controle da aplicação desejada; Nos próximos itens serão abordadas descrições técnicas, sobre os aspectos de instalação, configuração, parametrização, diagnósticos e comandos suportados pelo MFI-PNC. Na foto temos o frontal do MFI-PNC que utiliza a base BMFI-PNC FERTRON; A sua configuração deve respeitar o posicionamento das Dip Switches. No PROFINET todas as conexões físicas são feitas ponto a ponto, ou seja, um único cabo só poderá conectar dois dispositivos, sejam eles dois devices, um device e um switch, etc. Dessa forma, não há relação mestre/escravo e sim de produtor/consumidor, ou seja, há um lado que envia os dados e outro que recebe; Mesmo as remotas, chamadas de Devices, enviam dados a seus controllers (CPU PROFNET) sem que recebam qualquer solicitação para isso, o que ocorre periodicamente (intervalo a ser definido na configuração e que pode ser diferente para cada conexão Controller/Device); Para qualquer conexão estabelecida, é definido um tempo máximo em que um dispositivo pode ficar sem receber dados de outro, sendo este um múltiplo do intervalo entre duas mensagens simultâneas. Caso isso não ocorra, a estação entenderá que o outro lado não está mais ativo e a conexão será desfeita.  Todo Device ou Controller PROFINET é identificado por um nome definido pelo usuário. Desta forma se torna mais direta a identificação de cada elemento. Por exemplo, é muito mais fácil e intuitivo identificar um Device (remota) com o nome linha1.moenda do que por 192.168.0.22. Este nome é único e também utilizado para a primeira comunicação entre o Controller e o device; A partir do momento em que o Controller encontra um Device pelo nome, seu endereço IP é verificado e iniciada a troca de dados (Data Exchange). Se este procedimento falhar em algum momento, o processo começará novamente até que a conexão seja bem sucedida. A inclusão ou retirada lógica de um device (no CITRINO TOOLS) requer que uma nova configuração seja enviada ao Controller, porém isto não necessariamente precisa ser feito no caso de alteração na topologia da rede.  O tamanho dos dados de entrada e/ou saída para serem transferidos de um Device para um Controller é definido na base de dados do Device, o arquivo GSDML; Os arquivos GSDML de cada dispositivo conectado na rede são compilados dentro de uma lista de parâmetros do Controller que contém dados de parametrização e configuração, uma lista de configuração de endereços e parâmetros de barramento para todas as estações conectadas; O Controller utiliza estas informações para iniciar a comunicação com as remotas, através de duas (2) portas RJ45 redundantes. CABEAMENTO PROFINET Deve-se prestar atenção especial para o cabeamento utilizado. O PROFINET requer o uso de cabos e conectores Ethernet específicos para o ambiente industrial. Os cabos possuem a cor verde e são dotados de uma malha metálica que garante a blindagem eletromagnética; Da mesma forma, o conector a ser utilizado também possui uma estrutura diferenciada e além de proteger a ponta do cabo, seu corpo metálico ainda é utilizado para a conexão do aterramento à malha de blindagem.  Para a montagem dos cabos, utilize sempre ferramentas adequadas para este fim. Há crimpadores desenvolvidos especialmente para a preparação destes, como o produzido pela Siemens, sob o código 6GK1901-1GA00; Tão importante quanto a correta montagem dos fios é fornecer à rede um bom sistema de aterramento. Certifique-se de que a malha exposta do cabo está em contato com a parte metálica do conector PROFINET CONTROLLER MFI-PNC  Para fazer a configuração do Controller MFI-PNC é necessário o Software Configurador CITRINO TOOLS FX. Este processo consiste nos seguintes passos: Abrir o Software Citrino Tools;  Incluir o Controller MFI-PNC na configuração, na aba Arquitetura do Sistema;  Configurar os parâmetros PROFINET do Controller;  Incluir e parametrizar os Devices na configuração do Controller;  Descarregar via MCPU-1 a configuração no PAINEL; Salvar e verificar a configuração.  Será considerado que o usuário já tenha o Software CITRINO TOOLS instalado com sua respectiva licença habilitada! CONFIGURAR PARÂMETROS CONTROLLER  A seguir faremos uma descrição sobre como configurar um Controller PROFINET: A partir do módulo MFI-PNC configurado no passo anterior, dê um duplo clique no ícone do Controller ou clique com o botão direito do mouse e acesse a janela “Propriedades do mestre” (figura a seguir); Configure o Nome da Estação; Configure o IP e Máscara de Rede (observe a figura a seguir); Confirme os dados com a tecla OK. Na janela que se abre é possível determinar as principais características do Controlador, descritas a seguir:  Nome da estação: definir o nome do usuário que identifica o Controller na rede. Este nome deve conter um máximo de 240 caracteres entre letras e números e seguir o padrão descrito nas especificações do protocolo, item 4.3.1.4.15. No ponto de vista do PROFINET, não há distinção entre letras maiúsculas e minúsculas.  IP: definir um endereço IP de rede;  Máscara de subrede: definir a máscara da subrede sendo configurada. Todos os devices deverão ser posteriormente inseridos com endereços IP dentro da mesma subrede do Controller;  Gateway padrão: se houver, informar o IP de um gateway padrão inserido na rede.  Alguns campos não precisam ser alterados ou servem apenas como informação ao usuário. Entre eles estão:  Vendor ID e Device ID: identificação global no PROFINET do fabricante (Fertron 0x0209) e do equipamento (MFI-PNC – 0x0201) respectivamente; Mau Type: a velocidade de transmissão de dados pode ser configurada separadamente para cada um dos conectores RJ-45, mesmo que o padrão seja sempre de

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